pesa-me a imagem frágil de mim mesma
o velho vicio de amar já não é algo abandonável
e tudo que me jogam são defeitos e problemas .
a solidão corrói o cheio que esvaziou meu peito.
coisa tão fúteis e passageiras como a própria vida
se deslizam sobre a face do meu rosto . lagrimas .
eu sinto acreditar que vou partir desse quando a própria alegria me deixar .
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